A Disney comprou a Marvel por US$ 4 bi. Isto quer dizer que Wolverine e cia., Homem de Ferro e Homem-Aranha, por exemplo, passam a fazer parte da família Disney. O que mais me interessa nesta história toda é saber o que acontecerá com uma das atrações mais divertidas do Island of Adventure: o simulador 3-D do Spider-Man. O Island é um dos melhores parques temáticos de Orlando e pertence a Universal Studios, principal concorrente da Disney na área. A conferir os próximos quadrinhos.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Perguntinha para fechar o mês
A Disney comprou a Marvel por US$ 4 bi. Isto quer dizer que Wolverine e cia., Homem de Ferro e Homem-Aranha, por exemplo, passam a fazer parte da família Disney. O que mais me interessa nesta história toda é saber o que acontecerá com uma das atrações mais divertidas do Island of Adventure: o simulador 3-D do Spider-Man. O Island é um dos melhores parques temáticos de Orlando e pertence a Universal Studios, principal concorrente da Disney na área. A conferir os próximos quadrinhos.
domingo, 30 de agosto de 2009
Tá na cara que é estatal!
Qual a primeira coisa que lhe vem à cabeça quando se fala em empresa pública? Bons salários e estabilidade. Ok, pode ser. O emprego dos sonhos... Não sei, depende do sonho de cada um. Trabalhar pouco e ganhar muito. Não, já foi o tempo em que se trabalhava menos e se ganhava mais do que se trabalha e se ganha hoje. Ter um subalterno para tirar xerox e colocar açúcar no seu café. Ih, esquece, isso era nos anos dourados das estatais.
Agora pense num destes focus groups para teste de imagem corporativa. A psicóloga simpática que conduz a atividade pergunta: "Para você, se a Eletrobrás fosse um animal, seria um elefante ou um coelho?", "E se fosse uma pessoa, seria um homem barrigudo de terno, gravata e bigode ou um garotão de calça xadrez e óculos Oakley?". Certamente as perguntas não viriam nesses termos - não seria tão 8 ou 80. Mas independente disso, a imagem que temos de nossas estatais são de empresas quadradonas e pouco criativas - ainda que para alguns sejam motivo de orgulho, o que não vem ao caso nesta discussão.
A verdade é que para essa ideia muito contribui as marcas que as nossas grandes companhias possuem. Uma logo diz coisa pra caramba. A marca é a cara, a fisionomia; tão logo a vemos, já criamos uma ideia prévia. Normal, normalíssimo. É assim que acontece entre pessoas. E pensando nas marcas de nossas estatais, convenhamos, por que insistem em ser tão antipáticas?
Observem: geralmente usam tipos básicos, pesados e duros (sem serifas*). Adotam a monocromia - ok, na melhor das hipóteses usam duas cores (combinando as três da bandeira nacional). São quadradas e possuem ícones formados por um arranjo de retas. Quantas retas! Uma arredondada nas pontas do quadrado da Petrobras já lhe daria um novo ar.
Gosto da de Furnas, é a melhor das estatais. A da Eletrobrás é inteligente (o traço à esquerda forma um "E", o da direita um "B"), vá lá. Mas o que me dizer da marca dos Correios? Sem comentários. E da CVRD, antes de ser privatizada e ganhar uma cara nova? Aliás, depois que a Companhia Vale do Rio Doce deixou de ser estatal, virou Vale, somente. Muito mais simpático, não? Reparem como a marca ganhou curvas e sombras e o tipo ficou mais leve. O que não quer dizer que a solução é privatizar. A Light deixou de ser pública em 1996 e continua insossa e verde hospitalar. A da Caixa veio melhorando ao longo dos anos, ganhou um laranja simpático mas continua quadrada, com tipos pesados que nem o itálico consegue disfarçar, assim como da Petrobras.
Mas por quê? Por que não se modernizam? Alguém arrisca um palpite? Não, né? Quem se importa se a tromba é feia, quando o elefante é rico e generoso para quem nele monta.
*Nada contra os sans serifs, pelo contrário, são meus favoritos. O problema é quando se soma: um ícone abstrato formado por linhas retas, monocromia e uma fonte dura. Estes aspectos separadamente podem ser positivos, juntos se tornam entediantes.
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Uma boa e uma ruim: Sadia e Britannia
Esta é uma nova seção. A ideia é trazer para cá duas propagandas que estão na rua atualmente (impressa, eletrônica ou digital), uma legal, com algum atributo de fato notável, e outra mais ou menos, ruinzinha, tipo exercício de alunos do primeiro período.
Inaugurando a seção temos de um lado a nova campanha da Sadia e o filme Famílias, criado pela DPZ, e do outro o comercial do curso de idiomas Britannia (clique aqui para assistir, infelizmente não encontrei nenhuma versão "incorporável").
Bons filmes não começam com S, mas terminam com S, de Sadia. Sempre gostei muito dos seus institucionais, e este é mais um deles. O legal no filme, além da simpática menina, é o texto. Vale como exemplo para aquela que deveria ser lição número 1 nos cursos de redação publicitária: o texto deve conversar, contar uma história, sem frases de efeito ou expressões gastas, que aparecem por aí ocupando o espaço que a originalidade deixou vago; papo de vendedor é tudo igual, é ou não é? Alguns redatores criam o "papo de vendedor", outros criam uma história, papo franco, livre de palavras-chave. É assim o texto da DPZ para esta campanha, fruto também de um belo conceito ("A vida com S é mais gostosa") - o S como símbolo do plural, de gente reunida compartilhando bons momentos. Toda marca de alimentos explora a mesma ideia há séculos: a comida e/ou bebida como elemento agregador de pessoas: é a Coca no meio da mesa do almoço de domingo, é a pizza com os amigos, a macarronada em família. Então quando alguém lá da turma do Duailibi diz que o S não é só a marca da Sadia, mas é também a marca do plural, esse alguém pensou, usou a inteligência e deu início a uma bela campanha.
Abaixo, o filme (full version). Depois, o link para o canal da Sadia no YouTube, em que encontramos outros filminhos menores, de 10 segundos, com situações típicas de cada família: a dos solteiros, dos noveleiros, etc.
Canal Sadia: http://www.youtube.com/watch?v=UDyTo31UjA0
Do outro lado, o comercial da Britannia. Ruizinho. A ideia que se passa desde o início é que a legenda no vídeo traduz o que o locutor fala em inglês. É o que esperamos do primeiro ao último segundo. É a lógica. Até que a voz diz "At Britannia..." e o texto mostra "Faça Britannia...". Como assim? Se eu não sei inglês, aprendo errado. Se eu sei mais ou menos, passo a desconfiar do pouco que eu sei. Calma! Não somos nós os errados, são eles. Se pegarmos a frase completa locutada e a frase completa escrita, vamos ver que o sentido é o mesmo no final das contas. Não sei por que, porém, os caras jogaram um "faça" - tentativa tosca de criar algo subliminar? Ou o tal vício do "papo de vendedor" e suas palavras-chaves, como escrevi lá em cima?
E tem mais: no final, como tiro de misericórdia, o locutor desmunheca legal quando passa a falar em português! Inglês excepcional! e meio afetado pro meu gosto. Não é por aí.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Sobre posters e direção de arte







terça-feira, 11 de agosto de 2009
Livro: Explicando Deus numa corrida de táxi.
Em março, publiquei aqui trechos do excelente "Tudo o que você pensa, pense ao contrário", de Paul Arden, ex-diretor-executivo da Saatchi & Saatchi, uma das maiores agências de publicidade do mundo.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Marketing: P de Product ou USA de Unusual Stuffs of America 2





segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Marketing: P de Product ou USA de Unusual Stuffs of America







